domingo, 31 de julho de 2016

Santa Amélia Paulistinha II MB LO-608D


Santa Amélia Ipiranga Sertanejo Dodge D-700

Versão voltada para o transporte rural e locais de difícil acesso.


Santa Amélia Paulista II MB LPO-321

O canto do cisne do histórico modelo Paulista.


Santa Amélia Ipiranga Papa Fila Mercedes-Benz LS-1519

Lançado antes dos primeiros articulados.


Santa Amélia Paulistinha I MB LO-608D

Micro lançado após a aposentadoria do Paulista I, o Paulistinha I tinha claras intenções de ser um veículo voltado para o transporte escolar. Seu sucesso foi tamanho que, tempos depois, foram lançados o Paulistinha II (um micro realmente planejado para o transporte urbano) e o evoluído Ceres.


Santa Amélia Xipaya Intermunicipal MB OF-1730



Santa Amélia Lotação Chevrolet AK 1946 Pickup

Montada em 1946 sobre o chassi de uma pickup Chevrolet do mesmo ano.


Santa Amélia Goytacaz 3.65 MB O-500 RSD BlueTec 5


Alfa-Romeo FNM D-11000 V-6 Cabine Santa Amélia

Como já é de conhecimento de muitos, a Fábrica Nacional de Motores - FNM- tinha o costume de terceirizar a produção de suas cabines. O resultado disso foi uma ampla gama de cabines montadas sobre o mesmo chassi. Com a Santa Amélia não foi diferente.


Santa Amélia IV Centenário GMC ODC-210

Um ônibus a frente do seu tempo. Assim era o IV Centenário, lançado em 1954. Muito mais refinado que seus antecessores, o modelo trazia as linhas pesadas e suaves dos carros norte-americanos da época. Para uma empresa que tinha pouca experiência em carrocerias metálicas, o IV Centenário foi mais do que marcante. Embora revolucionário, o rodoviário teve pouca saída, muito provavelmente pelo seu demasiado luxo. Durou quatro anos no mercado.


Santa Amélia 9 de Julho Ford F-8 V8

Carroceria ainda feita em madeira. Foi o primeiro modelo de frente avançada, abrigando o motor dentro da própria carroceria. Lançado em 1948, aqui apresento a versão sobre chassi Ford, de 1950.


sábado, 30 de julho de 2016

Santa Amélia Xipaya Volkswagen 17.260 EOD

Linha Santa Amélia 2016


Santa Amélia Ceres MB LO-708E

O belo micro de 1985 nas versões rodoviária e urbana.



Santa Amélia Jardineira GMC Pavão

Carroceria construída em 1952, montada sobre chassi GMC de 1942. Um dos primeiros veículos Santa Amélia fabricados em metal.


Santa Amélia Enigma Scania K-113CL

Quando todos esperavam um rodoviário que seguisse as linhas do aclamado Vênera 15, a Santa Amélia apresentou praticamente uma cópia dos monoblocos Mercedes-Benz. Embora tivesse um bom acabamento (incluindo as opcionais faixas de aço inox ou até mesmo a carroceria completa desse material), as comparações eram inevitáveis. Fez pouco sucesso entre 1988 e 1993.


Santa Amélia Rodoviário Magirus-Deutz RL-1014

Imponente Rodoviário Santa Amélia sobre chassi Magirus, datado de 1968. Época áurea das linhas arredondadas e acabamentos cromados. Destaque para a exótica tomada de ar no teto (os motores Deutz eram refrigerados a ar).

Santa Amélia Paulista I MB LP-1113

Pau pra toda obra. Assim pode ser definido o Paulista I, um dos primeiros e mais duradouros modelos da Santa Amélia. Fabricado entre 1954 e 1970 (16 anos), foi por muito tempo uma versão de entrada (mais barato e destinado a encarroçar chassis antigos e menos nobres) da empresa. É verdade que era um modelo sofisticado nos idos dos anos 50 (aliás, extremamente sofisticado, pois apresentava linhas muito mais leves e limpas que seu concorrentes), mas com o tempo acabou sendo "rebaixado" por seu apelo popular. Deixou dois descendentes: o Paulista II (um Paulista I sem adereços ) e o micro Paulistinha (o primeiro microônibus da marca). O modelo aqui apresentado é um Mercedes LP-1113 de 1970, um dos últimos fabricados.


Santa Amélia Goytacaz 3.25 MB OF-1724 BlueTec V

Conheça o novo Santa Amélia Goytacaz 3.25 MB OF-1724 BlueTec V.
Voltado para viagens de média/curta distância, o novo Goytacaz 3.25 é ideal para os empresários que desejam um carro mais ágil e mais requintado que um simples Intercity. Conta com todos os luxos de um rodoviário de grande porte: poltronas reclináveis de altíssima qualidade, WC, ar-condicionado (se exigido pelo comprador), suporte para instalação de internet wireless, amplos bagageiros e, claro, toda a qualidade e conforto garantidos pela Santa Amélia. Venham conferir.


Santa Amélia Vênera 15 Scania S-112CL


Grande sucesso da marca, o Vênera 15 agregou as vantagens do seu antecessor, o Ipiranga, ao mesmo tempo em que introduziu diversas mudanças, como as linhas mais quadradas, janelas em ângulo reto e o belo para-brisa. Um dos detalhes mais marcantes desse modelo era a grande chapa preta entre as lanternas e a inscrição "Santa Amélia" estampada em baixo relevo. Vendeu bastante: foi fabricado por 10 anos, entre 1983 e 1993.

Santa Amélia Nacional Alfa-Romeo FNM D-11000 V-12

Santa Amélia Nacional, o monstro em favor do país
Durante os falados "anos de chumbo", o país vivia uma agitação geral. Além dos movimentos políticos e crescimento da economia, também vivíamos uma verdadeira marcha para o Norte do país. "Integrar para não entregar" era o lema daqueles tempos.
Em meio a tudo isso, a Santa Amélia viu nesse êxodo uma oportunidade de negócios. A região explorada era extremamente precária, e necessitava de veículos robustos para vencê-la. Após uma parceria com a até então gigante FNM, foi projetado o Nacional, um dos mais exóticos veículos feitos pela companhia.
Para simplificar, o Santa Amélia Nacional era uma carroceria montada diretamente sobre um caminhão FNM. Sua cabine era a mesma já produzida pela empresa nos anos anteriores, e seu corpo nada mais era do que sobras de chapas de modelos mais antigos, que ainda estavam na fábrica (janelas e traseira do imponente IV Centenário, junto com as portas do Urbano, já em fim de carreira. As lanternas traseiras e para-choques eram do próprio FNM). Sua construção era um tanto grosseira, mas era justamente esse o seu fundamento. Foram montadas algumas unidades com uma ou duas portas, com cockpit isolado ou integrado ao salão e versões trucadas e convencionais.




Santa Amélia Prócion MB OF-1721

Tempos difíceis
Os anos 90 reservaram grandes mudanças no ramo do transporte rodoviário. Naturalmente, as encarroçadoras tiveram que se adequar aos novos padrões exigidos pelos sistemas municipais pelo Brasil afora. Com isso, o Vênera 93 teve de ser aposentado, pois suas linhas quadradas já não eram compatíveis com a modernidade exigida pela chegada do século XXI. Sendo assim, em 1997 é lançado o Prócion, um urbano de linhas mais arredondadas que teve como missão substituir o mito. Alguns traços do antecessor ainda eram bem visíveis, como o desenho das janelas e escotilhas. A dianteira era uma grande "salada" de outros modelos fabricados por grandes encarroçadoras da época, enquanto a traseira apresentava um design um tanto exótico com suas lanternas trapezoidais. Infelizmente o modelo não atingiu nem metade do sucesso de seu irmão mais velho. Foi retirado da linha de montagem em 2003.



Santa Amélia Ipiranga Expresso MB OH-1517


Poucas unidades produzidas entre 1978 e 1981.

Santa Amélia Ipiranga MB LPO-1113





Primeira postagem efetiva! Começo pelo Ipiranga, um dos modelos de maior sucesso da encarroçadora. Foi fabricado entre 1973 e 1983 e vestiu um grande número de chassis. Foi descontinuado em favor do Vênera 15. Seus principais concorrentes foram os Caio Gabriela I e II, Marcopolo Veneza I e II, Ciferal Urbano e Tocantins, Metropolitana Urbano e Ipanema e, localmente, os veículos da Linsônibus.

Postagem inaugural

Para quem não me conhece, sou Ramon Oliveira, um dos fundadores do blog Central Bus Design. A partir de hoje, postarei neste blog os meu trabalhos em carrocerias fictícias (para não misturar com os desenhos reais). Querendo ou não, o Carrocerias Santa Amélia será nada mais, nada menos, que uma extensão do próprio Central. Não se preocupem, seguirei postando normalmente no Central Bus. Espero que gostem desse nosso novo nicho de desenhos!